Advogado militante em Sergipe e Bahia atua com sucesso em juri de repercussão nacional no estado do Pará

1 nov 2013 | 20:16 |
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1383342_407635689364812_566627451_nO Doutor Adalberto Benigno do Rosário, com escritório de Advocacia na Cidade de Carira, Estado de Sergipe, e Jeremoabo, no Estado da Bahia, defendeu o Cidadão Carirense Senhor Domício de Souza Neto na sessão do Tribunal do Júri da Capital do Estado do Pará, Belém, dia 24 de Outubro de 2013. Pesava contra o Carirense Domício a acusação de participação em crime de homicídio do SINDICALISTA ZEZINHO, ocorrido na cidade de Rondon do Pará, cidade do sudeste do Estado que fica a cerca de 500 km de Belém, na divisa com o Maranhão. Segundo o Ministério Público, o Fazendeiro Lourival, patrão de Domício seria o mandante da morte do líder sindical, enquanto que o senhor Domício teria providenciado a arma usada no crime. A vítima foi morta pelo pistoleiro Wellington de Jesus, julgado na Capital do Estado, condenado a 29 anos de prisão em regime fechado em 2006. Outro fazendeiro, Décio Barroso Nunes, o Delsão, também foi apontado como mandante, mas aguarda julgamento em liberdade, e só deve ir ao tribunal do júri em 2014. O processo tramitou na Comarca de Rondon do Pará, local em que deveria ocorrer o julgamento, porém, a pedido do Ministério Público foi desaforado para Belém, capital do Estado do Pará. Os Jurados acataram a tese defendida pelo Advogado de Domício e também pelo Advogado do Senhor Lourival, consubstanciada na negativa de autoria e insuficiência de prova da participação dos mesmos no assassinato de Dezinho, absolvendo-os. Disse o Advogado Adalberto Benigno do Rosário: “Na realidade, tratava-se de um processo extremamente complexo e de remota expectativa de absolvição em razão da pressão de organizações e movimentos sociais, dentre eles o MST, Associações de Artistas do Estado do Pará, Pastoral da Terra, Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos, imprensa escrita e televisiva do Estado do Pará e a nível nacional, exigindo o julgamento e condenação dos réus.” E acrescentou: “A absolvição foi justa e os jurados julgaram em consonância com a prova dos autos”, declarou. “O processo, desde o inquérito até a sentença de impronúncia, teve equívocos: sequer a denúncia foi individualizada. Os dois réus foram acusados de crimes, sem responsabilizar cada um pessoalmente. No afã de condenar para satisfazer os gritos histéricos de movimentos e da imprensa o Ministério Público desconsiderou a impronúncia do acusado, parecer do Procurador de Justiça (TJPA) pela manutenção da impronúncia e não satisfeito requereu desaforamento do julgamento para capital do Estado, apostando na indiferença dos julgadores frente ao caso”. “Na verdade o meu cliente não participou de crime algum, justiça da terra e divina foi feita.” O resultado do júri foi amplamente divulgado pelos veículos de comunicação do Estado do Pará, dentre eles telejornais locais e nacional, além de portais como G1,

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